Ele era criança adorava dormir entre afagos.
Mas o tempo foi passando e tudo aquilo ali seria apenas recordado.
Seus pais o amavam e adoravam o sentir em seus braços.
Foi ficando grandinho, um presente seus pais o quis dar, um lindo quarto, e assim ele o queria decorar.
Cheio de palhaços divertidos em todos os cantos, para apenas o ambiente animar.
Mas para ele nada foi encanto, aquilo ali apenas serviu de espanto.
Os pais não entenderam, e obrigaram ali a ficar.
- Luz apagada.
- Bico Fechado.
- Luz apagada
- P*** Nenhuma Bicho ai nunca vai lhe pegar.
- Pai esta embaixo da cama!
- Volta pra cama se não amanha de castigo ficará.
“Ele era apenas uma criança que aprendia a enfrentar grandes monstros”
Nunca entendia quando isso iria terminar.
Sempre acreditava que quando acordasse nos braços dos seus pais poderia estar.
Mas o tempo foi passando ele foi crescendo, lutando para deixar a porta aberta
a luz apagada… Com novos amigos começou a andar.
Falando que seus pais não o amam, e que uma nova vida iria começar.
E para o filho, acho que fui substituído pelo meu irmão mais novo.
Ficção. O filme é só para dar um ar na Ficção rs Abraços.
13/04/2010 ás 2:02 PM
Nossa… Eu ia perguntar se vc passou por isso mas ao fim eu vi escrito FICÇÃO. Gostaria de postar este trabalho no meu orkut, se você permitir… Obrigado e novamente parabéns gostei muito.
13/04/2010 ás 5:34 PM
Eu tive uma historia parecida, mas foi com um patins, eu tinha um medo de andar de patins, mas meu pai gostava, dai fazer o que. Até que um dia eu o joguei fora, outras crianças o encontraram, meu pai viu, e nuuunca mais ganhei presentes ‘risos’.
19/04/2010 ás 7:04 PM
Olá, quando vi este poste, cheguei mesmo a acreditar que não era aproveitavel, mas fiquei pensando em casa, e vi que existe varias formas de você entender, fiquei impressionado e agoniado querendo ler novamente, mas não tinha acesso a internet no momento, outro dia consegui, imprimi e fiz uma conclusão, mostrei para minha esposa e conseguimos até identificar problemas com um de nossos filhos. Obriguei ele a tocar piano. Hoje ele é rebelde e não gosta de instrumentos musicais, e como sabe, sou musico e minha esposa também. Em resumo, conversei com ele e descobri realmente que foi isso, mas estamos bem AGORA. Te agradeço e queria pedir como alguns dos blogueiros aqui presente, para que continue a escrever, para muitos tudo aqui pode não passar de meras palavras, mas para que se entenda, tem que ser um entendido. Obrigado. Pedro Antiniart.
19/04/2010 ás 7:22 PM
Não sabia que esta matéria iria ter tantos efeitos, pois eu até queria escrever mais, porem eu preferi deixar assim, meio incompleto, pois acho que o fim dele vai ser de cada pessoa. Observe o que o Breno escreveu la em baixo, aquelas palavras são quase as minhas, mas é um caso grande este, abraços a todos, e estou feliz com os resultados. Agora você podia tentar levar a sua familia a um psicóloga, tenho um amigo que fez isso e a familia dele hoje é outra, abraços. Mário J
19/04/2010 ás 7:18 PM
É varias formas mesmo de levar, tanto para o lado do seu cotidiano. O que pode ser uma nuvem para alguns, pode ser o fim do mundo para outros, devemos aprender a respeitar e tentar entender as diferenças dos outros e também explicar aos outros as nossas diferenças!
19/04/2010 ás 7:22 PM
Gostei do seu ponto de vista, obrigado pela participação.